FEIRA ORGÂNICA DO RIO DA PRATA

FEIRA ORGÂNICA DO RIO DA PRATA
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Feira Orgânica do Rio da Prata

Feira Orgânica do Rio da Prata
Feira Orgânica do Rio da Prata foi inaugurada Cada vez mais Campo Grande está em alta, foi inaugurada a Primeira Feira Orgânica do Rio da Prata no estado do Rio de Janeiro conta atualmente com cerca de 28 produtores da Associação dos Agricultores Orgânicos da Pedra Branca, conhecida como, AGROPRATA. Segundo o Agricultor Claudino Avelino da Costa, que é um dos pioneiros no cultivo e comercialização dos produtos da alimentação sem agrotóxico na região do entorno do Parque Estadual da Pedra Branca há mais de 12 anos e se caracteriza pela produção de frutas, legumes e verduras especialmente na produção da Feira Orgânica do Rio da Prata. A feira orgânica do Rio da Prata foi criada para poder atender a demanda da população de mais de 30 mil pessoas na Região que é considerada o Polo gastronômico da Zona Oeste Carioca e para permitir a venda de produtos orgânicos, diretamente do produtor ao consumidor, com a qualidade e preços que somente o produtor pode oferecer. Adquirir produtos na feira do Rio da Prata é um ato de apoio aos agricultores que lutam para preservar o meio ambiente e a saúde das pessoas. A feira é resultado de uma parceria entre a Associação dos Agricultores Orgânicos da Pedra Branca, (Agroprata) e a PWC juntamente com o Projeto Enactus do Cefet-RJ, e conta com o apoio das instituições ASPTA, Profito, UFRRJ e Rede Carioca de Agricultura Urbana. A promoção fica por conta da Eco Prata Entretenimento. Para mais informações, os interessados podem participarem todos os Domingos, da Feira Orgânica do Rio da Prata das 7:00h às 13:00h Espaço Farol da Prata Estrada da Batalha, 202 - Rio da Prata - Campo Grande - RJ Contatos: 21 2394 1246/ 7855 5823

COMUNICADO DA AGROPRATA

COMUNICADO DA AGROPRATA

Histórico da Agroprata Orgânica

Agroprata com sustentabilidade

Hoje 150 famílias de pequenos agricultores e produtores do parque estadual da pedra branca, através da adoção de práticas orgânicas, do beneficiamento da banana e do caqui e da conservação do ecossistema local.

Perspectivas:

- ampliar o número de famílias participantes e envolver os jovens.

- fortalecer o processo associativo e cooperativo dos produtores e agricultores.

- atrair novos consumidores.

- estreitar parcerias com a sociedade civil e os órgãos públicos.

Conquistas:

- ações conjuntas - a adoção de trabalho em mutirão para manejo dos bananais, elaboração de caldas orgânicas e com postagem são soluções para a falta de mão-de-obra, além de fortalecerem os vínculos entre os componentes do grupo.

- mulheres na orgânica - várias agricultoras estão desidratando banana e caqui, agregando valor ao que produzem.

Implantada a associação Agroprata, da pedra branca, comunidade rural do rio da prata de campo grande, rio de janeiro, brasil.

Em 2000, os agricultores do rio da prata de campo grande produzem alimentos orgânicos e trabalham pela conservação e recuperação ambiental.

Já em 2002, formou-se a AGROPRATA – Associação dos Agricultores Orgânicos da Pedra Branca tendo sua localização na estrada da batalha, 204 ou caminho da virgem Maria...

Na feirinha: você encontra legumes, frutas e verduras fresquinhas cultivadas sem o uso de agrotóxicos, sem adubos químicos e livres de transgênicos. Por isso, traz mais saúde pra você, sua família, para o povo da zona oeste e todo o nosso planeta. Também temos laticínios orgânicos, peixes criados com alimentos orgânicos, frangos e ovos produzidos sem hormônios e antibióticos, mel orgânicos, sucos, vinhos e muito mais. Para a natureza as aparências nunca enganam produto e alimento orgânico. Melhor para a vida, produzido em harmonia com o meio ambiente.


Drª Rita de Cássia Caseiro: Diretora Executiva da AGROPRATA

Informações: 21-2394-1246/99943-9537/ 98576 0791

e-mail: aaorporg@gmail.com / agroprata@gmail.com

WWW.facebook.com/agroprataorgânica

WWW.agroprata.blogspot.com

Graciano Caseiro – Diretor de Relações Públicas (21) 99945 2606/ 98401 7992 da Associação dos Agricultores Orgânicos da Pedra Branca - rio da prata - campo grande - RJ - Brasil

LAVOURAS DO RIO DA PRATA

LAVOURAS DO RIO DA PRATA
Luiz Carlos Santana é produtor Rural e Agricultor Orgânico da Agroprata com seu burrico carregando produtos orgânicos para o Circuito Carioca de Feiras Orgânicas

Terra da Laranja

Terra da Laranja

Assim Campo Grande era conhecido no início do século, devido ao grande cultivo de laranja e frutas. Na década de 40, a atividade comercial era baseada mais na agricultura que na pecuária. Campo Grande era um bairro constituído por sítios e chácaras.


A História

A área que hoje compreende o bairro era habitada pelos índios Picinguaba. Foi doada pela monarquia a Barcelos Domingos, que iniciou um processo de povoação e construiu a Igreja de Nossa Senhora do Desterro na parte mais alta do bairro, onde se situava o poço que abastecia o povoado.

O progresso começou a chegar quando, em 1878, a companhia ferroviária inaugurou a estação de Campo Grande. Isso incrementou o trânsito de pessoas e mercadorias entre Campo Grande e o Centro do Rio.

Em outubro de 1894, a companhia Carris Urbanos inaugurava o bonde de tração animal, que contribuiu para o aumento e desenvolvimento do bairro, pois ligava a estação às adjacências. Mais tarde, em 1915, os bondes elétricos passaram a substituir os de tração animal e a rede se tornou maior, ligando os bairros de Guaratiba e Rio da Prata. Os bondes foram extintos em 1967.

Entre 1962 e 1979, foram construídos diversos conjuntos habitacionais pela CEHAB. Com isso, a população aumentou e o comércio se tornou auto-suficiente a ponto de abastecer outros bairros como Guaratiba, Cosmos, Paciência e Santa Cruz.

Na década de 60, construiu-se o Hospital Rocha Faria.

A educação limitava-se às escolas municipais e estaduais.

Atualmente

Atualmente, além das Universidades que chegaram como Unimsb e Feuc, as mais antigas, Campo Grande conta com mais outras instituições de nível superior e várias instituições particulares de ensino médio. A única precariedade está no ensino técnico público, que é apenas assistido pelo Centro Interescolar Miécimo da Silva. O comércio, que se limitava ao centro comercial no chamado Calçadão da Rua Cel. Agostinho, ganhou novo impulso com a inauguração de Shopping, além do novo calçadão Compositor Adelino Moreira que fica na Rua Barcelos Domingos, centro de Campo Grande.

Campo Grande sedia grandes empresas, como Michelin, Brahma, Peugeot, Gerdau e Hermes.

Contamos ainda com áreas de mata virgem no Rio da Prata, considerado o point gastronômico da Zona Oeste, que tem também o Caqui e a Banana como produto da região tem também o Mendanha, com cachoeiras e trilhas.
Fonte de pesquisa: http://www.cgrio.net/

Reportagem: Graciano Caseiro

– Diretor de Relações Públicas da AGROPRATA

WWW.gracianocaseiro.blogspot.com

21 9945 2606/ 8401 7992

Convocação da Assembléia Geral Ordinária da Agroprata

Convocação da Assembléia Geral Ordinária da Agroprata
A diretoria executiva da Associação de Agricultores Orgânicos da Pedra Branca - AGROPRATA - faz a C O N V O C A Ç Ã O à todos os associados para participarem da Assembléia Geral Ordinária a ser realizada para o dia 29 de Outubro de 2012, segunda feira, com início da Primeira Convocação as 9 horas, a segunda convocação as 9:30 horas, na sede da Agroprata, que fica localizada na Estrada da Batalha, 204, Rio de Janeiro, RJ. para deliberarem sobre os seguintes assuntos: Prestação de contas e outros. Rio de Janeiro, 29 de Setembro de 2012. Rita de Cássia Carreiro Morais Caseiro - Diretora Executiva triênio de 2010/2013.

Alunos da Universidade Federal Fluminense

Alunos da Universidade Federal Fluminense
Foi maravilhosa a visita dos alunos do Instituto de Geociências do Departamento de Geografia da UFF - Universidade Federal Fluminense que estiveram com sua Professora Mônica Cox da Disciplina ECOLOGIA e que vieram de Niterói - RJ a Sede da AGROPRATA - Associação dos Agricultores Orgânicos da Pedra Branca fazendo perguntas e querendo conhecer a realidade dessa comunidade de alimentos orgânicos ao realizavam um trabalho de Campo para conhecerem a ecologia dos ambientes da Mata Atlântica levantando a história dessa população de Produtores Rurais no Entorno do Parque Estadual da Pedra Branca. Email: aaorporg@gmail.com

Agroprata representante do Sudeste

Agroprata representante do Sudeste
Graciano Caseiro(Assessor de Imprensa) e Bichinho (Diretor) da Agroprata representantes Oficiais dos Agricultores Orgânicos do Rio da Prata e da Região SUDESTE deste imenso Brasil.

Bichinho e Graciano Caseiro da Agroprata

Bichinho e Graciano Caseiro da Agroprata
Demonstração e Exposição dos Produtos Orgânicos da Associação de Agricultores Orgânicos e Produtores Rurais da Pedra Branca ocorrida no II Terra Madre Brasil em Brasília.

Produtores Orgânicos e seus produtos do Maciço da Pedra Branca

Produtores Orgânicos e seus produtos do Maciço da Pedra Branca
Locutor Graciano Caseiro (Diretor de Relações Públicas) e Bichinho (Agricultor) da Associação de Agricultores Orgânicos da Pedra Branca, Rio da Prata, Campo Grande, RJ, Brasil demonstrando seus produtos orgânicos como o famoso Vinagre de Caqui Orgânico, Caqui Passa e Banana Passa do Maciço da Pedra Branca.

Reunião do Conselho Consultor do Parque Estadual da Pedra Branca - Sede Piraquara

Reunião do Conselho Consultor do Parque Estadual da Pedra Branca - Sede Piraquara
A frente Presidente do Conselho, Sr. Alexandre e membros

quinta-feira, 23 de julho de 2009

O Caqui da Pedra Branca

O Caqui da Pedra Branca

Publicado por editor em 23 de julho de 2009 @ 17:57 In Destaques | No Comments

O maior parque ecológico do Rio de Janeiro, localizado na Zona Oeste, a parte mais alta da cidade, é protegido por cerca de 150 famílias de pequenos agricultores. Eles se estabeleceram antes da região ser reconhecida como Parque Estadual da Pedra Branca, em 1974. Gerações de trabalhadores rurais já cultivavam na região banana, laranja, manga, abacate, aipim, chuchu, entre outros. Considerado a maior floresta urbana do mundo, o parque possui cobertura vegetal típica da Mata Atlântica, além de grandes riquezas da fauna e da flora brasileira.

caqui.jpg [1]A porta de entrada para esse paraíso natural é a comunidade rural do Rio da Prata, situado no Bairro de Campo Grande. Há cerca de 20 anos, as famílias cultivavam caqui e banana, mas sem foco em associativismo. Em 2000, a ONG Projeto Roda Viva [2]- voltada para educação e meio ambiente - estimulou os agricultores a formar uma cooperativa para trabalhar em conjunto e driblar as dificuldades. A iniciativa deu certo e transformou a rotina de pessoas simples, que passaram a ter mais força para comercializar seus produtos. Dentro do parque, eles cultivam um bananal coletivo com mais 2 mil pés. Em 2010, a Agroprata [3] completa dez anos e o grupo, com mais de 20 associados, comemora o aumento da produção agroecológica na região.

Com sede própria, construída com material ecológico, os agricultores iniciaram uma tímida produção de caqui-passa e banana-passa. Os produtos são vendidos na região e, há cinco anos, a Agroprata participa da feira orgânica, que acontece aos sábados, dentro do prédio da Emater (Av. Marechal Dantas Barreto, 95A).

O beneficiamento do caqui e da banana proporcionou ao grupo investir em outros co-produtos. O agricultor Claudino decidiu transformar os caquis em vinagre e a experiência foi um sucesso. Muitos colegas não levaram a sério, mas a senhora Sampaia foi uma das que incentivou a produção. O tipo cultivado é o Rama Forte, aquele que tem formato achatado e pode ser consumido mole. A espécie tem baixa acidez e se adaptou bem ao clima da floresta. Para fazer o vinagre, eles separam as frutas machucadas, sem condições de colocar à venda. Foi do desperdício que surgiu um produto desenvolvido na região, que poderá mudar a história da Agroprata.

O vinagre de caqui dos agricultores do Parque da Pedra Branca é um exemplo de como a cadeia alimentar local deve se articular. Na Zona Sul do Rio de Janeiro, a Rede Ecológica [4] - formada por um grupo de consumidores que fazem compras coletivas - promove visitas à produtores rurais. Em uma dessas expedições culinárias pelo interior do estado, as chefs Teresa Corção e Margarida Nogueira conheceram a Agroprata.

A partir daí, outro ator social da cadeia entrou em ação: o chef de cozinha. “Os agricultores apresentaram o vinagre e disseram que não tinham conseguido vender nada. Trouxemos o que eles tinham e eu levei para os chefs Roberta Sudbrack, Rosa Herz (Celeiro) e Claude Troisgros. Todos adoraram e ficamos de organizar uma distribuição no Rio”, conta a chef Teresa, sempre entusiasmada com essas garimpagens da culinária. Os cozinheiros têm a missão de valorizar os alimentos tradicionais de sua região. Com habilidade e técnica, exploram o potencial gastronômicos dos alimentos e o exibem no cardápio de seus restaurantes.

Fundadora do Instituto Maniva e co-lider do Slow Food, associações que dão apoio à agricultura familiar, Teresa também apresentou a descoberta no evento Rio Orgânico, que aconteceu no mês de maio. Ela levou os agricultores e a gestora Rita de Cássia para interagir com consumidores, produtores, cozinheiros e entusiastas da alimentação orgânica. O processo ainda é incipiente, mas dá para vislumbrar, daqui há algum tempo, o vinagre da Agroprata circulando pelas principais casas da gastronomia carioca. A chef Teresa também vai apresentar o caqui-passa para o time de ecochefs que coordena no Maniva.

“Estamos buscando apoios como este para que a agricultura familiar seja reconhecida”, explica Rita, que cursa o oitavo período de direito e pretende atuar na área de política ambiental. Com o apoio do Banco do Brasil, os associados vão construir um telecentro para aulas de informática e alfabetização. E a Farmanguinhos atua com projeto de cultivar e comercializar plantas medicinais. “Nosso compromisso é de preservar o parque e estimular a produção rural orgânica”, finaliza. A articulação com a cadeia alimentar é fundamental para desenvolver a agricultura local e recuperar saberes e tradições culturais. Os entusiastas da gastronomia e os chefs de cozinha têm papel fundamental nesse processo de transmissão, divulgação e consumo de práticas alimentares regionais.

Equipe Malagueta
Texto: Juliana Dias
Revisão: Juliana Esteves e Fernando Oliveira
Edição de imagens: Carolina Amorim


Artigo impresso do site Malagueta Comunicação: http://malaguetacomunicacao.com.br

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[2] Projeto Roda Viva : http://www.rodaviva.org.br/

[3] Agroprata: http://www.agroprata.blogspot.com/

[4] Rede Ecológica: http://www.redeecologica.org/

Um comentário:

  1. Moro em Campo Grande e a dias venho buscando , sem sucesso, uma reseita de caqui passa. Tenho um caquiseiro e estou perdendo todos os frutos de vez.
    Fiquei surpresa em saber da produção em Rio da Prata, gostaria de visita-los.
    Nossa cultura não valoriza a conservação dos frutos pela desidratação, por isso temos tanto desperdiço.
    parabenizo a iniciativa.
    Marta Parente

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