quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Agroprata trabalhando em benefício dos Produtores Rurais
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Caqui da Agroprata no Maciço da Pedra Branca

O Caqui da Pedra Branca. O maior parque ecológico do Rio de Janeiro, localizado na Zona Oeste, a parte mais alta da cidade, é protegido por cerca de 150 famílias de pequenos agricultores. Eles se estabeleceram antes da região ser reconhecida como Parque Estadual da Pedra Branca, em 1974. Gerações de trabalhadores rurais já cultivavam na região banana, laranja, manga, abacate, aipim, chuchu, entre outros. Considerado a maior floresta urbana do mundo, o parque possui cobertura vegetal típica da Mata Atlântica, além de grandes riquezas da fauna e da flora brasileira. A porta de entrada para esse paraíso natural é a comunidade rural do Rio da Prata, situado no Bairro de Campo Grande. Há cerca de 20 anos, as famílias cultivavam caqui e banana, mas sem foco em associativismo. Em 2000, a ONG Projeto Roda Viva [2]- voltada para educação e meio ambiente - estimulou os agricultores a formar uma cooperativa para trabalhar em conjunto e driblar as dificuldades. A iniciativa deu certo e transformou a rotina de pessoas simples, que passaram a ter mais força para comercializar seus produtos. Dentro do parque, eles cultivam um bananal coletivo com mais 2 mil pés. Em 2010, a Agroprata [3] completa dez anos e o grupo, com mais de 20 associados, comemora o aumento da produção agroecológica na região. Com sede própria, construída com material ecológico, os agricultores iniciaram uma tímida produção de caqui-passa e banana-passa. Os produtos são vendidos na região e, há cinco anos, a Agroprata participa da feira orgânica, que acontece aos sábados, dentro do prédio da Emater (Av. Marechal Dantas Barreto, 95A). O beneficiamento do caqui e da banana proporcionou ao grupo investir em outros co-produtos. O agricultor Claudino decidiu transformar os caquis em vinagre e a experiência foi um sucesso. Muitos colegas não levaram a sério, mas a senhora Sampaia foi uma das que incentivou a produção. O tipo cultivado é o Rama Forte, aquele que tem formato achatado e pode ser consumido mole. A espécie tem baixa acidez e se adaptou bem ao clima da floresta. Para fazer o vinagre, eles separam as frutas machucadas, sem condições de colocar à venda. Foi do desperdício que surgiu um produto desenvolvido na região, que poderá mudar a história da Agroprata. O vinagre de caqui dos agricultores do Parque da Pedra Branca é um exemplo de como a cadeia alimentar local deve se articular. Na Zona Sul do Rio de Janeiro, a Rede Ecológica [4] - formada por um grupo de consumidores que fazem compras coletivas - promove visitas à produtores rurais. Em uma dessas expedições culinárias pelo interior do estado, as chefs Teresa Corção e Margarida Nogueira conheceram a Agroprata. A partir daí, outro ator social da cadeia entrou em ação: o chef de cozinha. “Os agricultores apresentaram o vinagre e disseram que não tinham conseguido vender nada. Trouxemos o que eles tinham e eu levei para os chefs Roberta Sudbrack, Rosa Herz (Celeiro) e Claude Troisgros. Todos adoraram e ficamos de organizar uma distribuição no Rio”, conta a chef Teresa, sempre entusiasmada com essas garimpagens da culinária. Os cozinheiros têm a missão de valorizar os alimentos tradicionais de sua região. Com habilidade e técnica, exploram o potencial gastronômicos dos alimentos e o exibem no cardápio de seus restaurantes. Fundadora do Instituto Maniva e co-lider do Slow Food, associações que dão apoio à agricultura familiar, Teresa também apresentou a descoberta no evento Rio Orgânico, que aconteceu no mês de maio. Ela levou os agricultores e a gestora Rita de Cássia para interagir com consumidores, produtores, cozinheiros e entusiastas da alimentação orgânica. O processo ainda é incipiente, mas dá para vislumbrar, daqui há algum tempo, o vinagre da Agroprata circulando pelas principais casas da gastronomia carioca. A chef Teresa também vai apresentar o caqui-passa para o time de ecochefs que coordena no Maniva. “Estamos buscando apoios como este para que a agricultura familiar seja reconhecida”, explica Rita, que cursa o oitavo período de direito e pretende atuar na área de política ambiental. Com o apoio do Banco do Brasil, os associados vão construir um telecentro para aulas de informática e alfabetização. E a Farmanguinhos atua com projeto de cultivar e comercializar plantas medicinais. “Nosso compromisso é de preservar o parque e estimular a produção rural orgânica”, finaliza. A articulação com a cadeia alimentar é fundamental para desenvolver a agricultura local e recuperar saberes e tradições culturais. Os entusiastas da gastronomia e os chefs de cozinha têm papel fundamental nesse processo de transmissão, divulgação e consumo de práticas alimentares regionais.
Equipe Malagueta
Texto: Juliana Dias
Revisão: Juliana Esteves e Fernando Oliveira
Edição de imagens: Carolina Amorim Artigo impresso do site Malagueta Comunicação: http://malaguetacomunicacao.com.br URL do artigo: http://malaguetacomunicacao.com.br/2009/07/o-caqui-da-pedra-branca/ URLs in this post: [1] Image: http://malaguetacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2009/07/3710151214_82987952b4_b.jpg
[2] Projeto Roda Viva : http://www.rodaviva.org.br/
[3] Agroprata: http://www.agroprata.blogspot.com/
(4) Agroprata: HTTP://www.mocprotv.ning.com/profile/agroprata
[5] Rede Ecológica: http://www.redeecologica.org/
(6) Orgânicos: HTTP://www.organicosriodaprata.blogspot.com
Graciano Caseiro – Coordenador Geral do Telecentro da Agroprata www.gracianocaseiro.blogspot.com
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Entrevistando Luis Carlos de Santana - Produtor Orgânico
LUIS CARLOS DE SANTANA
Sítio Nossa Senhora da Penha
O sítio na época do meu pai era registrado como Sítio Nossa Senhora da Penha, agora penso em mudar para Sítio da Pedra dos Carvalhos. Trabalho na lavoura há 50 e poucos anos, há 10 para 11 anos trabalho com agricultura orgânica, comparando a agricultura tradicional com a orgânica acredita que nesta segunda fase está bem melhor, mais encorajado com mais saúde, só eu fiquei na roça os demais irmãos foram tentar a vida de outra forma conseguiram empregos, tenho um irmão que me ajuda de vez em quando, mas não quer o compromisso de voltar para a roça. Como conselho para os agricultores tradicionais aviso para terem cuidado com os agrotóxicos, e se possível que passem para o lado dos orgânicos. Precisamos preservar os animais, as florestas, os rios enfim a nossa própria vida.
Rita de Cássia Caseiro - Diretora Executiva da Agroprata
www.facebook.com/agroprataorgânica
www.agroprata.blogspot.com/ www.organicosriodaprata.blogspot.com
Entrevistando um associado da Agroprata - Madalena da Silva Gomes

Madalena da Silva Gomes Sítio São Jorge e Sítio São Lucas. Já nasci na agricultura orgânica (porém sem as técnicas que hoje sei), porque meus avós e meus pais já cultivavam os alimentos sem agrotóxicos, de 10 anos pra cá quando surgiu a Roda Viva que foi a nossa luz que apareceu, já que nos ensinaram tudo sobre tal procedimento e nos incentivaram a criarmos a Associação dos Agricultores Orgânicos , estamos neste projeto e não penso em querer coisa melhor. A importância da agricultura orgânica para o nosso planeta, vejo o exemplo da minha avó que morreu com 120 anos sem nunca ter ido a médicos, vivemos junto com eles na roça, não se via tanta doença, tanto câncer, meus avós que eram índios já tinham essa consciência. Criei 3 filhas sem que nunca tivessem qualquer problema de saúde. Os agrotóxicos são a causa de tantos males em nossos tempos. Eu e meu marido trabalhamos na roça e minhas filhas também ajudam na época da colheita do caqui. Se o povo se conscientizar e fizer por onde a coisa vai mudar, vamos viver a natureza senão vamos ficar sem água, sem ar e queimados pelo efeito estufa, se o povo continuar desmatando, queimando, construindo vários condomínios e destruindo a natureza. Na minha roça não deixo ninguém caçar, pegar passarinhos e tenho visto muitas espécies de pássaros retornando. Jamais imagino largar a roça, não quero viver em outro lugar.
Rita de Cássia Caseiro - Secretária e Gestora do Telecentro
www.agroprata.blogspot.com/ www.organicosriodaprata.blogspot.com
terça-feira, 18 de agosto de 2009
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
domingo, 9 de agosto de 2009
Legumes Orgânicos
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Artigos - Por GRACIANO CASEIRO

MELÂNCIA UMA LIÇÃO DE VIDA “Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nEle, e Ele tudo fará”. Salmo 37:5 Um dia, uma pequena abertura apareceu num casulo, era uma borboleta aparecendo... Um homem sentou e observou a borboleta por várias horas. Ela se esforçava,... Então pareceu que ela tinha parado de fazer qualquer progresso. Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia, e não conseguia mais. Então o homem decidiu ajudar a borboleta. Pegou uma tesoura, com muito cuidado, cortou o restante do casulo. A borboleta saiu, finalmente. O homem continuou observando a borboleta, porque ele esperava que a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem, para serem capazes de suportar o corpo e que iria se firmar com o tempo. Nada aconteceu! Na verdade, a borboleta passou o resto de sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar. O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia, era que o casulo apertado é o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura. Era o modo que Deus fazia com que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas, de modo que ela estaria pronta para voar, uma vez que estivesse livre do casulo. Algumas vezes o esforço é justamente o que precisamos em nossa vida. Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas, sem quaisquer obstáculos, nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido. Nós nunca poderíamos voar... “Eu pedi força... e Deus me deu dificuldades para me fazer forte. Eu pedi sabedoria... e Deus me deu problemas para poder resolver. Eu pedi prosperidade... e Deus me deus um cérebro e músculos para trabalhar. Eu pedi coragem... e Deus me deu perigo para superar. Eu pedi amor... e Deus me deu pessoas com problemas para ajudar. Eu pedi favores... e Deus me deu oportunidades. Eu não recebi nada do que pedi... mas recebi tudo o que precisava!” Sejam quais forem as nossas ansiedades e provações, devemos levar tudo perante o Senhor. Nosso espírito será fortalecido para a resistência. O caminho se abrirá para nos libertar de todo embaraço e dificuldade. Ao reconhecermos que somos fracos e impotentes, mais fortes nos tornaremos no poder de Jesus. Quanto mais pesados forem nossos fardos, tanto mais abençoado o descanso em os lançar sobre nosso Ajudador. Estejamos onde estivermos, Ele se acha à nossa mão direita para sustentar, manter, proteger e animar. “Nele confiarei; pois deu a Sua vida por mim”.
SOU CRISTÃO X SER TESTEMUNHA “Mas , recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da Terra.” Atos 1:8 Talvez, você esteja se perguntando: O que tem haver ser cristão e ser testemunha? Talvez você diga: “ eu sou cristão, mas não preciso ser testemunha”. O fato é que nós não podemos ser fiéis testemunhas sem sermos verdadeiros cristãos; e não podemos ser cristãos sem nos tornarmos testemunhas. As duas palavras praticamente, quase se tornam sinônimas neste contexto. Se não tivermos uma compreensão exata do que é ser cristão, com certeza seremos falsa testemunha de Cristo. Portanto, o que é ser cristão? Se você sair por aí perguntando, ouvirá algumas respostas mais ou menos assim: Ser cristão é ser honesto, é ser bondoso, é viver uma vida correta. É por causa destes conceitos e outros, que muitas pessoas estão buscando serem boazinhas, honestas, para serem bons cristãos. Às vezes, muitos acabam descobrindo, que sua vida de cristão não passa de um sepulcro caiado. Na presença de irmãos da igreja e de familiares é uma pessoa, mas longe do convívio destes, gosta e faz coisas erradas. Enoque, Abraão, e Davi são considerados cristãos. Por quê? Segundo a Bíblia, eles andavam com Deus. Davi foi chamado o Homem Segundo o Coração de Deus... Enoque andou 300 anos com Deus... Abraão ficou conhecido como o Pai da fé... Ser cristão é caminhar com Jesus; é permanecer com Ele em todos os momentos. Na verdade a Igreja, você e eu, somos o Corpo de Cristo através do qual o Redentor leva adiante Sua obra. Jesus escolheu os doze apóstolos para que a obra que Ele iniciara fosse continuada até Sua volta. Uma primeira razão porque Jesus os convidou, foi para que estivessem com Ele. Jesus, como todos nós, “precisava de amigos... aos quais pudesse abrir Seu coração e revelar-lhes Sua Mente... Outra razão óbvia, é que, somente estando com Jesus, podiam ser instruídos a fim de um dia se tornarem Suas testemunhas. A comunhão com Cristo precede ao testemunho a favor de Cristo. Quando colocarmos em prática nosso cristianismo, o testemunho, para qual fomos chamados a dar, será genuíno, verdadeiro e cheio do poder do Espírito Santo. Conta a história de um certo lenhador, que se converteu a Jesus. Muitas pessoas não acreditavam em sua decisão. Ele era conhecido pela vida ímpia e desonesta para com todos. Então alguns indagavam: “Qual é o comprimento de sua lenha?” Respondeu ele com toda sinceridade: “l.05m, ou l.10m”. “Realmente se converteu, pois sua lenha nunca passava de 95 centímetros.” Querido irmão, permita neste Sábado, que Jesus habite permanentemente no seu coração. Permita que Jesus faça de você um verdadeiro cristão e uma verdadeira Testemunha. “Não podemos deixar de falar das coisas que vimos e ouvimos”. Atos 4:20 Tenha um feliz Sábado com as bênçãos de Deus.
O AMADURECIMENTO E A DÁDIVA “Por isto o Pai me ama, porque dou a Minha vida para tornar a tomá-la. Ninguém a tira de Mim, mas Eu espontaneamente a dou...” Jó 10:17 Precisamos amadurecer mais com relação às ofertas e doações que fazemos, pois, não estamos fazendo conforme Deus requer que façamos. Por exemplo, constantemente fazemos almoços beneficentes, exposições para venda e outros substitutos semelhantes para angariar recursos; isto revela falta de amadurecimento para dar. Devemos dar como um ato de adoração e não para as coisas em si mesma. Muitas vezes nosso pensamento está voltado em conseguir melhores condições financeiras para manter os projetos de nossa igreja, resultando sempre em fracassos, pois o modo como esses meios são conseguidos não têm a aprovação de Deus na Bíblia e no Espírito de Profecia. Deus tem provido Seu próprio método para financiar a pregação do Evangelho. “A única maneira que Deus ordenou, para fazer avançar Sua causa, é abençoar os homens com propriedades. Dá-lhes Sua luz do sol e a chuva; faz a vegetação crescer; dá saúde e habilidade para adquirir meios. Todas as nossas bênçãos provêm de Suas mãos. Por sua vez, deseja que os homens e mulheres mostrem gratidão devolvendo-lhe uma parte em Dízimos e Ofertas – em ofertas de gratidão, ofertas voluntárias.” 2 TS p.41 O crescimento cristão nos leva até ao vigor e estatura de Cristo. Nossa maneira de dar, revela que estamos em um dos cinco estágios de amadurecimento cristão: 1. Doamos sem vontade alguma, por isso não sentimos o verdadeiro prazer nem satisfação ao doar. Quando não experimentamos nossa relação de sócio com o Criador, deixamos de sentir que estamos doando a Deus, e doamos em favor de coisas materiais. Se algo nos desagrada, deixamos de dar, e procuramos desculpas para não participar. 2. Nossa prontidão em contribuir, não faz nossa oferta aceitável a Deus. Ainda que doemos voluntariamente para realizar certas coisas, não sentimos que estamos dando a Deus. Muitas vezes é preciso várias exortações para que participemos. 3. Não estamos alcançando nosso potencial de filhos de Deus, porque damos somente quando surge uma emergência. É preciso desenvolver a doação sistemática. 4. Reconhecemos Deus como proprietário de tudo o que possuímos, e planejamos nossas ofertas de maneira desinteressada; não conduzimos nossas ofertas aos projetos que nos interessam. O egoísmo morre. 5. Quando fazemos um pacto de sacrifício com Deus, nos tornamos sócios dEle. Permitimos que Ele dirija nossa vida, e assim, recebemos abundantemente o Seu amor e as bênçãos advindas de Suas mãos. Nosso amor a Cristo e nossa fé nEle são evidentes. O Senhor nos abençoa para que possamos dar e receber com alegria e gratidão.
SEMENTE QUE NÃO MENTE “Os céus declaram a glória de Deus, o firmamento anuncia a obra das Tuas mãos.” Salmo 19:1 O cientista e professor ao comer uma fatia de melancia pensou numa ilustração para as suas palestras. Depois de calcular que a fruta tinha cerca de 19 quilos, ele recolheu algumas sementes e as pesou. Usando um pouco de matemática, ficou admirado em descobrir que precisava de cerca de 5.000 sementes para fazer meio quilo. Então ele assentou-se à sua mesa e escreveu: "Há pouco tempo alguém plantou apenas uma destas sementinhas no solo. Sob a influência do sol e da chuva, a semente despiu-se de sua capa e aumentou em cerca de 200.000 vezes o seu próprio peso. Ela forçou todo esse material através de uma pequena haste e construiu uma melancia. Por fora, uma cobertura verde; por dentro, uma camada branca; e, no interior, a poupa vermelha. Espalhadas por dentro da nova melancia uma quantidade enorme de outras sementes - cada uma capaz de tornar a fazer a mesma obra novamente. Que arquiteto desenhou o plano? De onde a semente da melancia obteve sua tremenda força? De onde extraiu o corante para as suas cores? O cientista então destacou que, enquanto não pudermos explicar uma melancia, não podemos nos atrever a subestimar o poder de Deus, o Todo-Poderoso. Ao nos suprir com estas maravilhas, que nossas mentes minúsculas não conseguem entender, Deus nos mostrou sua sabedoria e poder infinitos. Seu gênio criativo desmente as loucas explicações do ateísmo e confirma o que a Bíblia afirma: "Que variedade, Senhor, nas tuas obras! Todas com sabedoria as fizeste; cheia está a terra das tuas riquezas." Considerando as obras de Deus, até mesmo numa simples melancia, ficamos admirados diante de Sua grandeza. Só nos resta humildemente agradecer porque este mesmo Deus Todo-Poderoso prometeu que o nosso socorro diário viria do "Deus Eterno que fez o céu e a terra ... o Deus Eterno guardará você. Ele está sempre ao seu lado para protegê-lo." Faça a leitura responsiva do salmo 136 e conte as bênçãos que Deus derramou sobre seu lar nessa semana. Feliz Dia! Graciano Caseiro. Escritor, Poeta, Divulgador e Comunicador.
Pró Orgânico - Ministério da Agricultura
Com o objetivo de possibilitar uma maior efetividade de resultados no desenvolvimento do Pró-Orgânico, algumas de suas ações estão direcionadas por Linhas Temáticas Prioritárias. Esta estratégia possibilita a indução da aplicação de ações de Capacitação e Treinamento; Fomento e Incentivo a Produção; Pesquisa e Desenvolvimento e de Transferência de Tecnologias orientadas em torno dos temas considerados prioritários. As Linhas Temáticas Prioritárias são: · Manejo da biomassa com enfoque na adubação verde, adubação orgânica, produção de forrageiras, sistemas agroflorestais e ampliação da biodiversidade; · Produção de material de propagação vegetal e reprodução animal orgânicos, com ênfase aos adaptados ao sistema orgânico de produção; · Manejo e controle fitozoossanitário alternativo; · Boas práticas de produção, pós-colheita e fabricação; · Planejamento, manejo e adequação ambiental da propriedade orgânica; · Sistemas reguladores do comércio de produtos orgânicos. ACORDOS E ARTICULAÇÕES INTERNACIONAIS A globalização do mercado tem levado ao estabelecimento de um número crescente de acordos e normas internacionais. Para os produtos orgânicos será preciso um trabalho intensivo de negociações tendo em vista a necessidade de que esses produtos atendam às exigências de caráter sanitário e fitossanitário, além das específicas para que possam ter sua qualidade orgânica reconhecida. O princípio básico para facilitar a colocação dos produtos orgânicos brasileiros em outros países é o do reconhecimento do nosso sistema de certificação e a sua equivalência com o dos países importadores. Enquanto esse reconhecimento não se concretiza, os produtores brasileiros têm, muitas vezes, que trabalhar com várias certificadoras credenciadas pelos diferentes países para os quais exportam. Com a aprovação da Lei 10.831 de 23 de dezembro de 2003, que regulamenta a produção orgânica foi criado um importante instrumento para a efetiva implantação do sistema brasileiro de certificação e que permiti iniciar as negociações internacionais para o reconhecimento deste sistema e para o estabelecimento do princípio de equivalência. OBJETIVO · Reconhecimento do sistema brasileiro de certificação e a sua equivalência com os países importadores. ASSOCIATIVISMO, COOPERATIVISMO E OUTRAS FORMAS DE ORGANIZAÇÃO O desenvolvimento da agricultura orgânica teve como característica marcante ao longo de sua história, a organização de produtores em associações e cooperativas. O associativismo foi à base para as primeiras normas e regulamentos. A Lei 10.831 de 23 de dezembro de 2003 reconhece essa característica do segmento orgânico, e da ênfase a organização dos produtores como parte da credibilidade na simplificação dos processos de certificação. As ações do Programa terão maior amplitude de alcance se forem desenvolvidas em parceria com associações e cooperativas e para isto, é fundamental que estas estejam mais estruturadas para que possam atender as exigências básicas para a realização de convênios ou contratos. OBJETIVO · Apoiar e fortalecer a organização de agentes de diferentes segmentos da cadeia de produção orgânica, por meio de capacitação organizacional e gerencial; · Desenvolver sistema de cadastro informatizado de organizações de produtores. CAPACITAÇÃO E TREINAMENTO Uma das principais barreiras à expansão da agricultura orgânica é a escassez de profissionais capacitados para prestar serviço de assistência técnica. A maioria dos técnicos que saem das escolas de nível médio e superior, não tem a oportunidade, durante toda a sua formação, de ter acesso aos conhecimentos relativos à produção orgânica, uma vez que as grades curriculares dessas instituições ainda não incorporaram esse tema com a importância e a profundidade que o cenário atual do agronegócio está indicando. Geralmente o esforço e o interesse próprio são os meios de capacitação dos técnicos que atuam na agricultura orgânica. O desafio que se apresenta é ampliar, da forma mais eficiente possível, o número de profissionais capacitados para atuarem nos diferentes segmentos da cadeia de produção orgânica. OBJETIVOS · Capacitar multiplicadores pertencentes a instituições públicas e privadas que trabalhem prioritariamente com capacitação de agricultores; · Produzir material instrucional para multiplicadores e produtores, de acordo com as demandas e condições regionais; · Articular com o Ministério da Educação e Cultura a inclusão da agroecologia como disciplina curricular do ensino agrícola, médio e superior. CERTIFICAÇÃO DA PRODUÇÃO A certificação de qualquer produto tem por finalidade básica dar garantias a quem o adquire ou utiliza que este realmente possui as características que ele indica. Na agricultura orgânica, inicialmente, o reconhecimento das garantias estava fundamentado na relação direta entre o produtor e o consumidor. Com o passar do tempo, pela ampliação do número de produtores e da produção, nem sempre é possível que o escoamento de toda a produção se dê na forma de venda direta. A partir do momento que os produtos orgânicos passam a ocupar os espaços convencionais de comercialização de produtos agropecuários e, principalmente, a se deslocar para outros estados e países, não é mais possível ao consumidor identificar-se com o produtor e conseqüentemente aceitar suas garantias em função dessa relação. Para cobrir essa lacuna surgem os sistemas de certificação que tem por finalidade fazer a verificação da conformidade do sistema de produção empregado em relação às normas regulamentadas. OBJETIVOS · Implementar o Sistema Brasileiro de Certificação da Produção Orgânica; · Manter permanente adequação das normas regulamentadas, em consonância com as demandas nacionais e internacionais. · Implementar e manter sistema Informatizado para acompanhamento da produção orgânica. DEFESA AGROPECUÁRIA Um dos grandes desafios para a produção orgânica tem sido o de buscar o equilíbrio dos sistemas de produção para com isso, minimizar a ocorrência de pragas e doenças em vegetais e animais. Entretanto, em função da diversidade de agentes patogênicos e seus meios de dispersão, nem sempre é possível manter a propriedade livre de problemas sanitários e fitossanitários. Dependendo ainda da importância quarentenária para o país ou para os países para os quais se esteja exportando é comum a necessidade da aplicação de medidas sanitárias e fitossanitárias regulamentadas. Nos dois casos, na maioria das vezes, a definição dessas medidas não tem levado em consideração as particularidades das normas de produção orgânica. Daí a necessidade de identificar os procedimentos quarentenários regulamentados que são incompatíveis com as normas de produção orgânica, encontrar alternativas tecnicamente equivalentes, regulamentá-las e negociar sua incorporação nos acordos e normas internacionais. objetivos · Adequar os procedimentos quarentenários adotados no trânsito de produtos agropecuários, considerando as normas de produção orgânica; · Identificar alternativas compatíveis com as normas de produção orgânica, de medidas zoossanitárias e fitossanitárias para o atendimento de campanhas e outras exigências regulamentadas. FINANCIAMENTO E SEGURO AGRÍCOLA O financiamento rural e o seguro rural são importantes instrumentos de política agrícola. O financiamento rural permite ao produtor obter recursos para operações de investimento, custeio ou comercialização da produção. O seguro rural, por sua vez, é uma garantia de cobertura das despesas de custeio contra efeitos adversos previstos na sua regulamentação. Como regra geral, qualquer forma de financiamento disponível para o produtor rural está, também, a disposição dos produtores orgânicos, obedecendo as mesmas condições de prazos e limites. Várias instituições financeiras já financiam projetos orgânicos utilizando critérios orgânicos de produção e exigência de certificação. No entanto, alguns ajustes são necessários em função das particularidades da atividade, principalmente na fase de transição, período em que o produtor não está certificado e a produtividade, em geral, é menor. Da mesma forma, não existem impedimentos para a contratação do seguro rural no sistema de cultivo orgânico para as culturas que dispõem de zoneamento agrícola. Porém, algumas ações em parcerias com outras instituições devem ser implementadas para o estabelecimento de zoneamentos agrícolas de culturas de interesse da agricultura orgânica definindo-se cultivares, que deverão estar registradas no MAPA, e demais exigências. OBJETIVOS Trabalhar junto aos agentes financeiros pela adequação das normas do financiamento agrícola às características da produção orgânica.Identificar os entraves à aplicação do seguro rural à produção orgânica, elaborar e encaminhar propostas de ajustes à sua regulamentação. FOMENTO E INCENTIVO A PRODUÇÃO Esta ação fundamenta-se na necessidade de aumentar a oferta de insumos e de tecnologias apropriadas aos sistemas orgânicos de produção que atendam as especificações aprovadas pelas regulamentações nacional e internacionais. Os princípios da agricultura orgânica priorizam o uso de produtos e processos que propiciem aos agricultores a maior independência possível com relação a insumos externos à unidade de produção, fazendo com que esses tenham baixo apelo comercial e, conseqüentemente, pequena divulgação e oferta por parte das empresas privadas. Assim, cabe ao Estado suprir essa lacuna criando meios para que, em parceria com diferentes segmentos da sociedade, seja viabilizado o acesso, pelos produtores, aos insumos e as tecnologias apropriadas à agricultura orgânica. OBJETIVOS · Implantar, disponibilizar e manter atualizado para consulta na página do MAPA, na internet, banco de dados com informações sobre materiais relacionados às linhas temáticas prioritárias; · Multiplicar e disponibilizar materiais para produtores, segundo demanda regionais, em atendimento às linhas temáticas prioritárias; · Apoiar a realização de eventos que propiciem a disseminação do uso de produtos e processos relacionados às linhas temáticas prioritárias. PESQUISA E DESENVOLVIMENTO O crescimento expressivo da participação da agricultura orgânica no mercado nacional e internacional, e a exigência do cumprimento dos padrões mínimos de produção têm pressionado os produtores na busca de tecnologias para o manejo agropecuário orgânico. Produzir organicamente implica em novos desafios para as instituições de pesquisa e desenvolvimento por terem que passar a trabalhar processos produtivos e não mais produtos isoladamente. O desenvolvimento de pesquisas que considerem o caráter sistêmico da agricultura orgânica com a observância das particularidades regionais tendo sempre em mente a diminuição da dependência em relação aos insumos externos e a conservação dos recursos naturais e do meio ambiente exigirão, algumas vezes, a quebra de alguns paradigmas da pesquisa agropecuária convencionalmente empregada. Como forma de melhor direcionar os esforços e melhor cumprir a missão de viabilizar soluções, por meio da geração, adaptação e transferência de conhecimentos e tecnologias é que foram estabelecidas as linhas temáticas prioritárias. OBJETIVO · Articular com a Embrapa e com outros agentes de financiamento de pesquisa a elaboração e publicação de edital, com chamada que acolha propostas de projetos de pesquisa e desenvolvimento enquadradas nas linhas temáticas prioritárias, na forma de concurso em nível nacional. PROMOÇÃO COMERCIAL As sub-ações a serem implementadas visam o aumento do consumo de produtos orgânicos brasileiros, seja no mercado interno, seja no mercado externo, mediante a aplicação de um tratamento promocional diferenciado. Uma maior participação de empresários do setor no comércio exterior brasileiro contribui para o aumento da base exportadora nacional, mediante a presença de produtos com maior valor agregado, dentro de um trabalho de disseminação da cultura exportadora e de conquista de novos nichos de mercado. OBJETIVOS · Sensibilizar e preparar empresas e instituições para participar em feiras e eventos; · Participar em feiras e eventos, nacionais e internacionais, que possibilitem a divulgação e promoção dos produtos orgânicos brasileiros; · Articular com outros agentes de promoção comercial para inclusão dos produtos orgânicos brasileiros no seu eixo de atuação e na viabilização de trabalhos conjuntos; · Desenvolver, implantar e manter sistema de acompanhamento do mercado interno e externo de produtos orgânicos; · Articular a implantação de espaços específicos para a comercialização de produtos orgânicos; · Elaborar e produzir material promocional para o mercado interno e externo. PUBLICIDADE DE UTILIDADE PÚBLICA Esta ação têm por finalidade básica atender a demanda por informação consistente que possa atingir os diferentes agentes da cadeia de produção orgânica. Hoje é notória a confusão existente em diversos segmentos, mas principalmente entre os consumidores, sobre o que é de fato o produto orgânico, os princípios e fundamentos que norteiam a sua produção e, principalmente agora, com a implementação do sistema de certificação oficial, a orientação relativa à identificação dos produtos certificados por este sistema. Outra importante demanda para esta área é dar publicidade sobre o Pró-Orgânico de forma a orientar os potenciais usuários sobre como acessar os seus diferentes produtos. OBJETIVOS · Realizar campanhas de esclarecimento ao público consumidor sobre a produção orgânica e seu sistema de certificação; · Realizar campanhas de esclarecimento, aos agentes da cadeia de produção orgânica, sobre o programa para o desenvolvimento da agricultura orgânica e como se enquadrar nas ações nele contidas; · Articular com outras entidades para a divulgação do Programa de Desenvolvimento da Agricultura Orgânica e seu sistema de certificação; TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA Os resultados obtidos através da pesquisa e desenvolvimento terão relevância, na medida em que os agentes produtivos e institucionais puderem utilizá-los para viabilizar seus negócios e produzir impactos sociais, econômicos e ambientais positivos. Para tanto é necessário que se desenvolvam ações de transferência que, além de focarem a incorporação das tecnologias desenvolvidas ao processo produtivo, devem também avaliar os resultados e impactos decorrentes desta incorporação e retroalimentar o sistema de P&D com novas demandas e/ou ajustes nas tecnologias disponibilizadas. È dentro desta perspectiva que se fundamenta esta ação do MAPA para garantir a transferência dos conhecimentos e tecnologias associados às linhas temáticas prioritárias através de mecanismos adequados e eficazes para que se obtenha os resultados/impactos esperados. OBJETIVOS: · Realizar e apoiar eventos técnicos destinados à transferência de tecnologia e troca de experiências entre os agentes da cadeia de produção orgânica; · Alimentar com informações os bancos de dados, a serem disponibilizados na página do MAPA na internet, relacionados às linhas temáticas prioritárias; · Implantar unidades demonstrativas que servirão como instrumento didático pedagógico para a transferência dos conhecimentos e tecnologias desenvolvidos e validados pela pesquisa. Fontes: Ministério da Agricultura.
O Caqui da Pedra Branca
O Caqui da Pedra Branca
Publicado por editor em 23 de julho de 2009 @ 17:57 In Destaques | No Comments
O maior parque ecológico do Rio de Janeiro, localizado na Zona Oeste, a parte mais alta da cidade, é protegido por cerca de 150 famílias de pequenos agricultores.










